Os programas que reformam carros fazem grande sucesso na televisão. Temos o Overhaulin e o Rides em canais da tv por assinatura e Lata Velha e Pimp My Ride na tv aberta. Cada um desses programas tem uma linha de ação, indo do purismo técnico ao escracho total na transformação.
O Caldeirão do Huck usa a emoção em todos os seus quadros para cativar a audiência e com o Lata Velha não seria diferente, o carro é só pretexto para falar da vida do dono. E, como entretenimento, ele tem feito isso muito bem, as histórias tem sido divertidíssimas, mas não é porque o carro é só o coadjuvante que precisa ser tratado de qualquer jeito.
O Caldeirão do Huck usa a emoção em todos os seus quadros para cativar a audiência e com o Lata Velha não seria diferente, o carro é só pretexto para falar da vida do dono. E, como entretenimento, ele tem feito isso muito bem, as histórias tem sido divertidíssimas, mas não é porque o carro é só o coadjuvante que precisa ser tratado de qualquer jeito.
O Paulinho (do Jota Quest) tinha mais cuidado com os pequenos detalhes que mostravam a qualidade da reforma, o talento do tunador, na temporada passada. Se a Belina amarela desta semana tivesse sido reformada na oficina do Zé aqui da esquina tinha ficado a mesma coisa. Só o assoalho de aço remete ao tuning, de resto o carro está completamente original, com o painel peladão e até a maçaneta do porta-malas original. Tá certo que comparado com antes o carro ficou zero, mas não precisava esculachar, o "ator" coadjuvante ainda dá nome ao programa e merecia um pouco mais de atenção. São os pequenos detalhes que transformam uma lata velha em um carro clássico.

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